Keblinger

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Jogos Adaptados para Atividades Bíblicas - 3 - Quebra- Gelo

| quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Quebra-Gelo

1-      Mímica
a.       É um quebra-gelo para descobrir o nome dos alunos sem que eles falem uma palavra;
b.      Somente o professor tem a permissão de falar;
c.       Os alunos devem usar de mímicas para revelar seus nomes aos outros da sala;
d.      As mímicas podem ser feitas com corte de palavras ou letras;
- Ex: o aluno faz a mímica de um macaco para chamar a atenção para a primeira sílaba “MA”; depois faz a mímica de um rato para chamar a atenção para a primeira letra “R” ; em seguida faz a mímica de Correr para chamar a atenção para a primeira sílaba “CO”. E por último faz a mímica de um sapo para chamar a atenção para a primeira letra “S”. O professor vai confirmando as letras e anotando até que o nome esteja completo: MARCOS.
Obs.: mesmo que o professor já saiba os nomes das pessoas, deve deixá-las fazer suas mímicas até o final para que trabalhem a sua criatividade. Não permita que apontem letras já expostas.

Obs.: Esta atividade pode ser feita com personagens ou eventos  bíblicos; etc.

2-      Congela
a.       Dois alunos devem começar uma cena qualquer. De preferência cenas que envolvam muitos gestos;
b.      Em qualquer momento da cena uma terceira pessoa  pode pedir para que os dois atores congelem. Estes permanecerão em suas posições até que o terceiro ator escolha com qual quer contracenar;
c.       O terceiro ator não deve continuar com o mesmo assunto, mas propor outro assunto completamente diferente aproveitando o gesto que o escolhido estiver fazendo;
d.      O jogo continua com outros alunos falando “CONGELA” para interromper a cena e propor outro quadro;
e.      O professor deve continuar até que todos tenham a chance de tentar pelo menos uma vez ;

3-      Mentiras
a.        Chame três voluntários, leve-os para fora e peça-lhes para lembrarem a experiência mais incomum que tiveram. As experiências devem ser contadas em uma frase ou com poucas palavras.
b.      Os voluntários devem voltar para a sala e contar para a turma suas experiências. O  líder, então,  deve falar que alguém está falando uma mentira. Eles devem tentar identificar o mentiroso.
c.       Assim que o “mentiroso” for identificado, peça para outros três voluntários saírem da sala e fazerem a mesma coisa. Desta vez a classe ouvirá de modo diferente, e a dinâmica do exercício pode mudar.
d.      Esta dinâmica pode ser feita de outra maneira: peça ao mentiroso do primeiro grupo que conte agora uma história bem séria, como a descrição detalhada do falecimento de um parente;
e.      Quando a atividade terminar faça as perguntas abaixo para provocar discussão:
- Quando contei que um dos voluntários estava mentindo, como você se sentiu?
- Por que você se sentiu assim?
- Você acha que existem diferentes níveis de mentiras?
- Se acha que sim, onde você demarca o limite? Esta demarcação muda conforme a situação?
- O que a bíblia diz sobre a mentira? Leia Lv 19.11; Pv  6.16-19; 14.5; Cl 3.9)
- De que maneira estas afirmações bíblicas se aplicam aos nossos relacionamentos diários?

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